sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Resenha: Monitorização hemodinâmica na UTI

Resenha: Monitorização hemodinâmica na UTI 

Orientação: @intensivistaxavier

Pós graduanda: Gleina Silva de Carvalho

  A monitorização de funções vitais e uma das mais importantes e essenciais ferramentas  no manuseio em pacientes críticos em UTI hoje é possível detectar e analisar uma grande variedades  de sinais fisiológicos através de  diferentes técnicas invasivas e não invasivas o intensivista deve ser capaz de selecionar e executar o método  de monitorização mais apropriado de acordo com as necessidades individuais dos pacientes a monitorização hemodinâmica (MH) é um importante elemento do cuidado com o paciente gravemente enfermo. O conhecimento da função cardiovascular, o seguimento das intervenções terapêuticas e a necessidade de diagnóstico diferencial tornam as técnicas de MH um componente fundamental para o desfecho desses pacientes.
Monitorização hemodinâmica invasiva com o uso do cateter de artéria pulmonar ainda é um dos procedimentos fundamentais em UTI. O cateter de artéria pulmonar permite a monitorização de pressões na circulação pulmonar, do fluxo sanguíneo e da saturação venosa mista, além de fornecer dados para estimar o desempenho cardíaco e julgar a adequação do sistema cardiocirculatório. Informações obtidas de maneira cuidadosa e correta são a base para a apropriada avaliação hemodinâmica que habitualmente afeta a decisão terapêutica inicial. Os pacientes em emergências hipertensivas, estados de choque, em uso de aminas vasoativas, vasodilatadores, vasopressores ou inotró- picos. Outra indicação é a necessidade da obtenção frequente de amostras de sangue para gasometria, como no paciente com insuficiência respiratória e grave anormalidades do equilíbrio ácido-base. Ainda deve ser realizada em pacientes em intra e pós-operatório imediato de cirurgia cardíaca e neurológica ou outras condições nas quais não se pode tolerar hipotensão ou variações bruscas da PAM, como durante a monitorização da PIC e em pacientes em uso de balão intra aórtico A monitorização invasiva da pressão arterial tem maior acurácia que a medida não invasiva nas situações já citadas. Vale ressaltar que a monitorização hemodinâmica não invasiva são fundamental observar ecocardiograma acesso tamanho das câmaras contratilidade ventricular função valvar pressão artéria pulmonar débito cardíaco, oximetria de pulso pressão arterial medidas continuas da PVC bulbo jugular. A monitorização hemodinâmica é utilizada para o diagnóstico, para terapêutica e, até mesmo, para fazer um prognóstico com os dados obtidos. Sua finalidade é reconhecer e avaliar os possíveis problemas, em tempo hábil, com o objetivo de estabelecer uma terapia adequada imediata. A monitorização hemodinâmica não invasiva tem como objetivo reduzir as complicações associadas às técnicas utilizadas na monitorização hemodinâmica invasiva. Sua escolha se deve pelas suas características Processo menos invasivo facilidade de manuseio, relação custo-benefício na utilização dos procedimentos invasivos na UTI; confirmação por exames complementares. As variáveis fisiológicas comumente monitorizadas pelo método não invasivo são: pressão sanguínea arterial; frequência cardíaca, temperatura, frequência respiratória, eletrocardiograma, monitorização respiratória não-invasiva; avaliação neurológica não-invasiva Monitorização eletrocardiográfica Serve para a medição da frequência e do ritmo cardíaco. Detecta arritmias, sinal do marcapasso e isquemia cardíaca Refletem-se à pressão que o sangue exerce dentro das artérias. A pressão arterial depende da força de contração do ventrículo e da quantidade de sangue lançada pelo coração em cada contração a força de contração depende da capacidade cardíaca de bombear o sangue, e quanto maior esta capacidade, maior quantidade de sangue será ejetado; a pressão arterial é diretamente proporcional ao produto do débito cardíaco e da resistência vascular periférica. A pressão arterial sistólica é a pressão correspondente ao final da sístole, determinada pelo volume sistólico ventricular esquerdo, pela velocidade de ejeção e elasticidade da parede aórtica a pressão arterial diastólica corresponde ao relaxamento do ventrículo. Estabelece-se pela resistência periférica e frequência cardíaca.
Conclui-se o presente estudo indica que os médicos com mais de 5 anos de trabalho em unidades de terapia intensiva são os que mais utilizam a monitorização hemodinâmica. Os recursos estão disponíveis com maior frequência em hospitais privados do que nos públicos. As variáveis pressóricas são as mais utilizadas, porém, o débito cardíaco foi considerado a mais importante. O ecocardiograma e o cateter de artéria pulmonar foram os métodos de monitorização mais utilizados, mas o cateter de artéria pulmonar ainda é considerado como o mais confiável.
Aluna: Pós  graduanda Gleina Silva de Carvalho
Orientador: Daniel Xavier

Referencias Bibliográficas
DIAS, Fernando Suparregui et al. Parte II: monitorização hemodinâmica básica e cateter de artéria pulmonar. Rev bras ter intensiva, v. 18, n. 1, p. 63-77, 2006
Swan HJ, Ganz W, Forrester J, Marcus H, Diamond G, Chonette D. Catheterization of the heart in man with use of a flow-directed balloon-tipped catheter. N Engl J Med. 1970 Aug 27;283(9):447-51
GRANDE, Rosângela Alves et al. PROTOCOLO DE AVALIAÇÃO DA VENTILAÇÃO MECÂNICA E DESMAME EM PACIENTES PEDIÁTRICOS CRÔNICOS ATRAVÉS DE MONITORIZAÇÃO NÃO INVASIVA. Brazilian Journal of Physical Therapy, v. 10, n. Suplemento, p. 171-171, 2006.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Fisioterapeuta da Fcecon Dr Daniel xavier recebe título de Pos Doutorado de Universidades norte americanas

Prof.Dr.Daniel Xavier, coordenador do servico de Fisioterapia da Fcecon de Manaus recebe certificação internacional de POS DOUTORADO em fisioterapia efisioterapia em oncologia. 

O especialista é o primeiro de Manaus a receber uma certificação internacional de duas universidades norte americanas  a UNilogos University /Flórida-Usa e pela FCE- California University -Usa, pelos trabalhos desenvolvidos nas áreas de fisioterapia intensiva e fisioterapia em oncologia.   

 O fisioterapeuta Daniel Xavier atua, com pacientes oncológicos desde o ano 2O01 e em Manaus, o profissional começou a desenvolver seu trabalho a partir de 2005, quando inaugurou o Centro de Terapia Intensiva (CTI), na Fundação Centro de Controle de Oncologia do Estado do Amazonas (FCecon), onde hoje é responsável por coordenar o serviço de fisioterapia daquele setor . Daniel Xavier também é o fisioterapeuta responsável pelo serviço de fisioterapia em oncopediatria do GAAC-Grupo de apoio a criança com câncer do Amazonas, onde após implantar o serviço, atua em caráter voluntário na reabilitação das crianças portadoras de neoplasias.
Além disso o Dr Daniel Xavier foi o incentivador e idealizador do projeto EMOBIL (Early Mobilization), entidade sem fins lucrativos que visa a criação de artefatos funcionais de baixo custo para ambientes hospitalares e para a unidade de tratamento intensivo.

No último sábado (26), Daniel recebeu os títulos de Pós Doctor em Physical Therapy e pos doctor in Oncological PhysicalTherapy das mãos do reitor da Logos University/USA Flórida e diretor da Faculdade da Califórnia (FCE), o professor Dr. Gabriel Lopes.

A banca contou com nomes importantes da terapia intensiva nacional e regional , entre eles o Dr Odir Filho, coordenador da uti da fcecon. Além da presença da D Oriona Oshe , diretora do GAMMA Manaus. Com isso a uti da Fcecon além de já ser referencia no Estado , passa a contar com um dos maiores especialistas em fisioterapia em oncologia do Brasil é um dos poucos fisioterapeutas com pós doutorado do Amazonas.


Insta: @intensivistaxavier

Câncer de pulmao

Câncer de Pulmão

Orientador: Daniel Xavier @intensivistaxavier

Pós graduando: Gerdean Serafim de Araújo

Pós Graduação em Fisioterapia Intensiva – IAPES – Fcecon

Câncer é compreendido como um grupo de patologias malignas que se caracterizam por anormalidades do crescimento e descontrole celular, modificando o material genético.
Os tumores de pulmão normalmente dividem-se em tumor de pequenas células e o de não-pequenas células. Os tumores de pequenas células se dividem e crescem mais rapidamente e, com frequência, quando é realizado o diagnóstico, já se disseminou para os gânglios linfáticos e/ou outros órgãos, enquanto os tumores de não-pequenas células tem um crescimento e disseminação mais lento.
Tumores de localização central produzem sintomas como tosse, sibilos, roncos, dor no tórax, escarros hemópticos, dispnéia e pneumonia. Os de localização periférica são geralmente assintomáticos. Quando eles invadem a pleura ou parede torácica, apresenta dor, tosse, dispnéia do tipo restritivo, ou seja, pouca expansibilidade pulmonar.
Como fatores de risco ao Câncer de Pulmão, tem-se agentes químicos ambientais e ocupacionais (como amianto, asbesto, níquel, entre outros), predisposição genética, repetidas infecções pulmonares, tuberculose, deficiência ou excesso de vitamina A, tabagismo passivo, e principalmente o tabaco. Na maioria das populações, os casos de câncer do pulmão tabaco-relacionados representam de 80% até 90% dos casos desse câncer, pois a fumaça do cigarro tem mais de 40 agentes carcinogênicos.
No Brasil cerca de 27.630, pessoas sendo 17.800 homens e 9.830, mulheres pode ter câncer. Atualmente, o câncer de pulmão é o que mais mata entre os cânceres no nosso país, representando um total de 13% entre todas as mortes por câncer.
Devido às dificuldades de diagnóstico precoce, e também pela falta de conhecimento dos pacientes, o câncer de pulmão passa a ser uma das neoplasias que apresenta a menor taxa de cura. O diagnóstico ocorre por meio de radiografias de tórax, TC, RNM, citologia do escarro, broncofibroscopia, biópsia e toracocentese.
Existem três tipos de tratamento: cirurgia, radioterapia e quimioterapia. No estágio I, o câncer está restrito somente em uma parte do pulmão e deve ser operado e removido, com chance de cura de até 75%; no estágio II, o tumor se disseminou para os gânglios linfáticos ou tecidos próximos; no estágio III houve uma disseminação mais extensa dentro do tórax; no estágio IV o câncer se disseminou para outras partes do corpo, órgãos e/ou estruturas.
Nos estágios, II e III, a quimioterapia e a radioterapia devem ser associadas, com uma chance de cura de 30%. No estágio IV a quimioterapia é o tratamento de escolha, entretanto as chances de cura são bastante reduzidas.
Hoje, duas situações predominam no tratamento do câncer: de um lado, a cura completa, sem sequelas físicas e/ou funcionais, de outro, o que se observa é a necessidade de um tratamento mais agressivo que pode deixar limitações funcionais significativas. Neste segundo caso, o principal objetivo é proporcionar uma boa qualidade de vida para estes pacientes, sendo cada vez mais necessário o envolvimento ativo de uma equipe multidisciplinar.
A fisioterapia em pacientes e ex-pacientes com câncer tem como objetivo melhorar ou manter sua condição física e também psicológica, estando ou não em tratamento quimioterápico e/ou radioterápico. O tratamento fisioterapeutico se inicia desde a fase de internação hospitalar (UTI e enfermaria), e se estende até a fase ambulatorial.
Entre as condutas de tratamento, estão empregados exercícios cinésiorrespiratórios, que visam a melhora da ventilação e expansão pulmonar e alívio da dispnéia, manobras respiratórias, terapia manual, exercícios de fortalecimento para membros inferiores e superiores, visto que a maioria dos pacientes com doenças pulmonares apresentam encurtamento da musculatura de membros superiores por utilizarem como auxílio na mecânica respiratória.
O treinamento dos membros inferiores, promovem o aumento da tolerância ao exercício, redução da ventilação durante a atividade e da acidose láctica, além do aumento da capacidade oxidativa dos músculos.





quinta-feira, 7 de julho de 2016

O USO DO THRESHOLD UNIDADE DE TRATAMENTO INTENSIVO.

Autor: Daniel Xavier
@intensivistaxavier

       Os incentivadores respiratórios são exercitadores que tem como objetivo reexpansão pulmonar, aumento da permeabilidade das vias aéreas e fortalecimento dos músculos respiratórios. Esses exercitadores ou incentivadores respiratórios são recursos mecânicos da fisioterapia respiratória, normalmente destinados a auxiliar o desempenho muscular respiratório e a eficiência do trabalho mecânico da ventilação pulmonar, proporcionando aumento da oxigenação arterial (COSTA, 1999).


      Normalmente, esses incentivadores respiratórios caracterizam-se por serem equipamentos portáteis, em geral de plástico ou material semelhante, e de baixo custo. São de fácil manuseio, descartáveis, e podem ser utilizados tanto em adultos como em crianças. Todos os incentivadores respiratórios fundamentam-se no oferecimento de uma resistência (carga) a respiração espontânea do paciente. Essa resistência pode ser exercida por uma carga pressórica alinear ou por carga pressórica linear (MARINI, 2004).
       Provavelmente, é a estratégia mais utilizada para treinar músculos inspiratórios, devido ao fato de ser realizada com carga linear que se mantém constante, independentemente do fluxo gerado pelo paciente. Além disso, o aparelho disponível para este tipo de treinamento (Threshold®– Health – Scan Products, Inc) apresenta baixo custo e facilita sua utilização. Neste aparelho, a sobrecarga é do tipo spring-load (mola), que impõe uma carga de trabalho aos músculos inspiratórios mensurada em centímetros de água. O threshold® é um cilindro de plástico (1,5 cm de diâmetro interno) que possui uma válvula com regulador de pressão interna, controlada pela tensão da mola. O indivíduo deve inspirar através do bocal com utilização de clipe nasal e gerar uma pressão subatmosférica capaz de abrir a válvula. Quando a pressão gerada for maior que a exercida pela mola, o ar inspirado entra através do aparelho. A sobrecarga é aumentada com o aumento de resistência da mola (BRITTO, BRANT & PARREIRA 2009).
       Ainda Citando Britto, Brant e Parreira (2009), o threshold® teve sua validade testada nos estudos de Johnson e Gosselink, sendo muito utilizado no treinamento da musculatura respiratória de pacientes com DPOC. Para ganho de força a maioria dos estudos científicos descreve esse treinamento sendo realizado de três a sete vezes por semana, com duração de 10 a 30 minutos (uma ou duas vezes ao dia) e intensidade de 30 a 70% da Pimáx e Pemáx. Os resultados são observados entre 5 e 12 semanas. 
       Não existem evidências que apontam o treinamento resistivo ou linear como método de escolha. O resistivo tem a desvantagem de ser fluxo-dependente e o linear necessita da geração da pressão adequada antes que o fluxo ocorra. O treinamento linear, além de ser fluxo-independente, possibilita uma melhor relação de tempo inspiratório e expiratório, pois o aumento da velocidade de contração muscular inspiratória necessária para superar a carga imposta leva a uma diminuição do tempo inspiratório e, consequentemente, a um aumento do tempo expiratório (Tempo de relaxamento da musculatura inspiratória) (BRITTO, BRANT & PARREIRA 2009).
O valor da resistência aplicada é determinado pela analise da força muscular inspiratória, por meio do manovacuômetro que é um instrumento para mensuração das pressões respiratórias máximas, ele avalia a força dos músculos respiratórios por meio da PiMáx  (Pressão Inspiratória Máxima) e PeMáx (Pressão Expiratória Máxima). São feitas três mensurações tanto para inpiraçao quanto para a expiração. Após essas mensurações, observamos o valor maior dentre as três, e o utilizamos para se determinar a carga necessária que vai ser colocada no Threshold (COSTA,2009; SARMENTO, 2009).
Ao realizar a manovacuometria, são realizadas 3 (três) repetições em cada variável do teste onde as 3 devem ser aceitáveis (sem vazamentos). O valor da PImáx é expresso em centímetro de água (cmH2O), precedido por um sinal negativo e o valor da PEmáx da mesma maneira, porém procedido por um sinal positivo. (MOTTER,2011).
O valor normal da PImax em um adulto é de –90 a –120cmH2O e da PEmax é de + 100 a +150cmH2O em ambos os sexos, após 20 anos de idade, ocorre um decréscimo anual de 0,5 cmH2O (AULER, 2000).

Fraqueza muscular respiratória: PImax= -70 a – 45 cmH2O.
Fadiga muscular respiratória:     PImax = -40 a – 25 cmH2O.
Falência muscular respiratória:   PImax= < 20 cmH2O.

O treinamento da musculatura respiratória tem como função habilitar músculos específicos a realizarem com maior facilidade a função para qual são destinados, objetivando tanto força muscular quanto endurance (COSTA,2009; SARMENTO, 2009).
Durante o Treinamento dos músculos ventilatórios, inicia-se com uma carga de 40 a 60% da PImax se o objetivo for endurance, utilizam-se cargas menores com numero de repetições maiores, e se for ganho de força utiliza-se cargas maiores com repetições menores (COSTA,2009; SARMENTO, 2009).
O treinamento inclui de duas a três sessões por dia. As sessões podem ser realizadas por séries (10 repetições) ou por tempo. Utilizando uma porcentagem da PImax obtida, sendo que a carga de trabalho será ajustada na mola do threshold e as séries devem ser intercaladas com um período de um minuto de descanso no ventilador. (TADINE, 2010).
       Segue abaixo o protocolo de treinamento da musculatura ventilatória proposta e aplicada aos pacientes internados da UTI do Fcecon. Cabe ressaltar que antes da aplicação de forma discriminada, se faz necessária a triagem dos pacientes elegíveis ao tratamento supracitado (favor solicitar pelo insta:@intensivistaxavier)


Autor: Daniel Xavier
@intensivistaxavier

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Fisioterapia auxilia mulheres nas mudanças corporais após câncer de mama

Segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca), no Amazonas, durante todo o ano de 2014, devem ser registrados 390 novos casos de câncer de mama, sendo a maioria na capital. O câncer de mama é a maior causa de óbitos por câncer na população feminina no Brasil, principalmente na faixa etária entre 40 e 69 anos. 


A retirada da mama pode ser uma das opções de tratamento para mulheres vítimas de câncer de mama. Depois do procedimento, começa uma nova etapa para a paciente: a de recuperação dos movimentos, que nessa fase, encontra a fisioterapia como principal aliada para garantir a qualidade de vida.


De acordo com o fisioterapeuta doutor Daniel Xavier, a paciente submetida ao tratamento cirúrgico do câncer de mama terá que conviver com as mudanças de postura causadas pela retirada do seio, como dor e restrição ao movimentar o ombro, inchaço do braço (linfedema) e a falta de sensibilidade na parte superior e interna do braço. 

Fonte: 
http://www.portaleducacao.com.br/fisioterapia/artigos/56838/fisioterapia-auxilia-mulheres-nas-mudancas-corporais-apos-cancer-de-mama#ixzz3JiUaQ9F8


A importância da fisioterapia na reabilitação da criança com necessidades especiais

O trabalho do fisioterapeuta com crianças especiais é desafiador, pois é a oportunidade de o paciente descobrir posições e novas experiências e ao mesmo tempo provar de que é capaz, que pode brincar e usufruir de sua vida mesmo com um déficit neurológico leve, moderado ou grave, afinal é um ser humano, também sente e necessita de viver.
Mas não é uma tarefa fácil, afinal o profissional fisioterapeuta terá que conquistar a confiança da criança, interagindo amistosamente com ela, que, dessa forma, passará a colaborar com o tratamento.
Nesse contexto, o fisioterapeuta tem como principal objetivo desenvolver habilidades, melhorando a independência funcional num contexto lúdico e educativo, recuperar as habilidades motoras perdidas dentro do limite do paciente, treinar novas formas de adaptação ao ambiente e as suas atividades dentro de sua capacidade e por fim orientá-lo e a família também sobre formas de higiene e adaptações.
Leia mais em: 
http://andanenem.com.br/importancia-da-fisioterapia-na-reabilitacao-da-crianca-com-necessidades-especiais/

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Pilates: benefício em qualquer idade

Pilates: benefício em qualquer idade


Matéria publicado no Jornal Amazonas emtempo no dia 15/04/2014


Foto de exibição

Crianças, jovens, adultos e idosos: todos podem praticar o método do pilates. A técnica, que tem sido muito divulgada pela mídia, tem como principais benefícios o fortalecimento da musculatura corporal. Sua grande vantagem é ter os exercícios adaptados para cada pessoa e para quem não gosta do ambiente agitado das academias, é ideal, pois permite um corpo malhado sem ‘puxar ferro’.

De acordo com o fisioterapeuta doutor Daniel Xavier, diretor-presidente Instituto Amazonense de Aprimoramento de Ensino em Saúde (Iapes ), em Manaus, a preferência por essa técnica tem aumentado, tanto por quem quer praticar como atividade física, como para os novos profissionais que buscam formação na área.

De acordo com ele, nos jovens ele ajuda no crescimento, fazendo com que a postura não sofra grandes prejuízos, evitando evita cifoses e escolioses que são muito comuns nessa idade. Os idosos também podem fazer Pilates e os benefícios da atividade são muito importantes para a promoção da qualidade de vida desses idosos, além de prevenir a osteoporose, proteger a estrutura óssea e aliviar dores nas articulações.

Daniel Xavier explica que apesar de o Pilates, ter uma grande preferência de mulheres, a técnica não é uma atividade exclusivamente feminina. “Os exercícios e aparelhos se adaptam a diferentes níveis de condicionamento e pode desafiar muito a musculatura dos homens. Ele fortalece os músculos abdominais e ajuda no controle e no equilíbrio do corpo”, disse.

O Pilates é um método de condicionamento físico e mental que foi criado pelo alemão Joseph Pilates (1880-1967). De acordo com Daniel Xavier, no pilates, os músculos do abdômen e costas são os mais exigidos, o que melhora a estabilidade do tronco e também alivia dores na lombar. Além disso, exercita também a respiração e fortalece o diafragma e o assoalho pélvico. Além disso são poucas repetições e ausência de desgaste físico. Ele foi desenvolvido para fortalecer, alongar e equilibrar o corpo sem causar riscos à saúde, principalmente das articulações.

Daniel Xavier destaca que a procura por profissionais e academias de ginásticas aumenta a cada dia, porém, alguns cuidados devem ser observados para que o Pilates não traga prejuízos para o organismo. "Um desses cuidados é verificar se o estabelecimento possui a estrutura adequada, turmas pequenas e principalmente verificar se o profissional responsável pelos exercícios é devidamente habilitado.

Exercícios

A maioria dos exercícios é feita na horizontal (deitado), seja no aparelho ou em solo. A diferença é que as aulas com aparelho costumam ser individuais, onde as molas dos aparelhos adaptam os movimentos a cada corpo, sendo então indispensável para quem já tem alguma lesão ou alteração postural.

Nesta prática o aluno tem total supervisão do profissional. Já quando é realizado no solo, o Pilates pode ser feito em grupo, e lembra muito o yoga, pois trabalha com exercícios de equilíbrio, respiração, fortalecimento e alongamento. Tudo isso é realizado tendo como base uma boa concentração. Portanto, a escolha só dependerá do gosto de cada um por cada forma de exercício. Seja no solo ou no aparelho, os resultados alcançados no Pilates serão os mesmos.

Com todos estes benefícios que o Pilates oferece, é possível alcançar um corpo malhado, músculos fortes, boa postura, barriga definida e sequinha, melhor capacidade da respiração e melhor tolerância à correria da rotina. Ou seja, todos os benefícios que você precisa para alcançar uma ótima qualidade de vida.

Benefícios gerais do pilates

O Pilates é uma atividade física benéfica para todas as idades e promove inúmeros benefícios para a saúde em quem o pratica. Veja abaixo alguns deles:

1. Aumenta a resistência física e mental;
2. Melhora a coordenação motora;
3. Promove a saúde das articulações;
4. Alivia dores musculares;
5. Ajuda a melhorar a respiração e a flexibilidade;
6. Previne contra a osteoporose;
7. Promove relaxamento, o bem-estar e eleva a autoestima;
8. Elimina toxinas e facilita a drenagem linfática;
9. Melhora a postura e a resistência muscular;
10. Expande a consciência corporal;
11. Ajuda no controle de peso;
12. Fortalece os músculos abdominais;
13. Pilates emagrece, tonifica e modela o corpo, além de melhorar a postura.

Instituto oferece atendimento gratuito de pilates para mulheres mastectomizadas

O Instituto Amazonense de Aprimoramento de Ensino em Saúde (Iapes) em parceria com o Grupo de Apoio às mulheres Mastectomizadas do Amazonas (Gamma), estará oferecendo, em Manaus, atendimento gratuito de Pilates para mulheres mastectomizadas, aquelas que precisaram tirar parte ou um dos seios por conta do tratamento contra o câncer de mama.

O atendimento será feito por fisioterapeutas e estudantes que participam do curso de Pilates oferecido pelo Iapes, no dias 25, 26 e 27 de abril, no Personalité Pilates, no Vieiralves em Manaus, ministrado pelo professor Bruno Stanislau, de Goiás, especialista na área.

Segundo o diretor-presidente do Iapes, o fisioterapeuta doutor Daniel Xavier, as mulheres serão convidadas pelo Grupo de Apoio Às Mulheres Mastectomizadas. Ele destaca que para as mulheres acometidas pelo câncer de mama e submetidas a cirurgia para retirada do tumor, a reabilitação física é primordial para minimizar os efeitos da cirurgia, promover a independência funcional e melhorar a qualidade de vida.

Ele explica que a mulher submetida ao tratamento cirúrgico do câncer de mama terá que conviver com as mudanças de postura causadas pela retirada do seio, como dor e restrição ao movimentar o ombro, inchaço do braço (linfedema) e a falta de sensibilidade na parte superior e interna do braço. Por isso, para elas, a fisioterapia é fundamental.

“Após a cirurgia, a mulher passa a ter uma nova realidade de seu esquema corporal devido a importantes alterações que com freqüência são geradas pela dor, fraqueza muscular e modificação na imagem corporal. Nesse sentido, das técnicas do pilatesajudam a mulher a enfrentar as mudanças causadas pela retirada do seio”, disse.

Daniel Xavier destaca que o Pilates possui em sua composição elementos que auxiliam na recuperação física da paciente, além de outros componentes terapêuticos. "Será uma grande troca de experiência, tanto para os alunos que estão aprendendo mais sobre o pilates como para as mulheres, que estão nesse fase de recuperação", destacou.

O método de condicionamento físico e mental foi criado pelo alemão Joseph Pilates (1880-1967). Os exercícios que aparentemente são suaves proporcionam o alongamento e a fortificação do corpo de forma integrada e individualizada, melhorando a respiração, diminuindo o stress, desenvolvendo a consciência e o equilíbrio corporal, melhora ainda a coordenação motora e a mobilidade articular e proporciona também relaxamento.

Curso de Pilates

O curso de Pilates oferecido pelo Iapes serão três módulos: o primeiro em abril, o segundo nos dias 30, 31 de maio e 1º de junho, e terceiro módulo dias 25,26 e 27 de julho. A programação será realizada em 200h/aulas, dividido em três módulos de ensino teórico (100h) e por estágio obrigatório (100h). Os interessados no curso devem procurar a sede do IAPES, na rua Berlim,12, 3º Andar, Conj. Campos Elíseos, Planalto. Mais informações entrar em contatos nos telefones (92) 3238 2563/ 8425 6441 ou pelo site: http://www.fisioterapiamanaus.com.br

ESPECIAL: PÓS-GRADUAÇÃO EM FISIOTERAPIA INTENSIVA

Foto de exibição

Mercado de Fisioterapia Intensiva cresce em Manaus, mas necessita de profissionais especializados


O mercado de fisioterapia intensiva, profissionais que atuam em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs), está crescendo em Manaus e precisa de profissionais especializados. Em Manaus, o Instituto Amazonense de Aprimoramento de Ensino em Saúde (Iapes) é a única instituição de ensino que oferece na sua carga horária, a maior parte de horas de aulas-práticas, nas unidades de saúde conveniadas. Ao todo serão 1.000 horas aulas.

Neste ano, o Iapes iniciou sua 8ª turma de pós-graduação em Fisioterapia Intensiva, tendo como missão principal preparar os alunos para o mercado exigente de saúde, segundo explica Daniel Xavier, diretor-presidente do Iapes. “Nosso curso é voltado para ensinar o aluno a realmente dominar todas etapas que um paciente de UTI necessita dentro da área de fisioterapia porque atuamos na prática, o que ele não vai aprender apenas com noções teóricas”, destacou Daniel Xavier.

A pós-graduaçao em Fisioterapia Intensiva do Iapes é referência na Região Norte, pois já formou alunos de diversos Estados dentre eles: Acre, Roraima, Pará e Rondônia. “Somos os únicos onde a vivência prática e cursos profissionalizantes como ventilação mecânica, suporte básico e avançado de vida, também somos pioneiros em protocolos cicloergometros”, disse.

Legislação obriga fisioterapeuta especializado nas UTIs

Daniel Xavier destaca que a legislação federal, que obriga a permanência de fisioterapeutas intensivistas nas UTIs começou a ser cumprida em Manaus, mas esbarra na falta de formação dos profissionais. As Resoluções RDC n°7 e nº 26 da Anvisa, está em vigor desde 2010 e estabelece os requisitos mínimos para o funcionamento das UTIs neonatais, pediátricas e adultas instaladas em hospitais públicos, privados ou filantrópicos – civis ou militares. “Muitas empresas e até mesmo o governo enfrenta dificuldade na hora de contratar porque a maioria dos fisioterapeutas não possui essa especialização”, disse.

Matriculas abertas

Quem desejar se matricular na fisioterapia intensiva do Iapes, deve procurar a sede do IAPES, na rua Berlim,12, 3º Andar, Conj. Campos Elíseos, Planalto. Mais informações entrar em contatos nos telefones (92) 3238 2563/ 8425 6441 ou pelo site: http://www.fisioterapiamanaus.com.br

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Fisioterapeuta da seleção juvenil de vôlei ministra curso técnico no AM no IAPES

Pela primeira vez, Manaus receberá o curso para capacitar acadêmicos e profissionais de Fisioterapia e educadores físicos, na utilização da Dynamic Tape. Quem assume a responsabilidade de ensinar é o fisioterapeuta da Seleção Brasileira Juvenil Masculina de Vôlei e do Cruzeiro, e atual campeão mundial de clubes, Alysson Lima Zuim. 
O seminário, que acontece nos dias 24 e 25 de maio, na sede do Iapes, na Zona Centro-Oeste de Manaus, apresentará aos profissionais o método de aplicação do Dynamic Tape, tipo de bandagem terapêutica adesiva famosa entre os principais atletas brasileiros. O curso terá carga horária de 20h/aula e os alunos receberão além do certificado e apostilas para acompanhamento do curso, dois rolos da bandagem Dynamic Tape medindo 5cmx5m.
Fisioterapeuta seleção brasileira juvenil de vôlei - Alysson Zuin (Foto: Sada Cruzeiro/Divulgação)Fisioterapeuta (amarelo) seleção brasileira juvenil de vôlei - Alysson Zuin (Foto: Sada Cruzeiro/Divulgação)

Em breve resumo, o método auxilia a reabilitação física agindo nas áreas neurológica, ortopédica e muscular dos praticantes de esportes. O curso inédito é promovido pelo Instituto Amazonense de Aprimoramento de Ensino em Saúde (Iapes).
De acordo com o diretor-presidente do instituto, Daniel Xavier, Alysson é um dos poucos instrutores brasileiros credenciados e autorizados para a aplicação da técnica. Muito utilizada nos jogos Olímpicos de Londres de 2012, a Dynamic Tap tem ganhado mais espaço entre os esportistas pela eficiência.




terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Referência no método Pilates ministra cursos em Manaus

O Pilates é um método de condicionamento físico e mental que foi criado pelo alemão Joseph Pilates (1880-1967). Os exercícios que aparentemente são suaves proporcionam o alongamento e a fortificação do corpo de forma integrada e individualizada, melhorando a respiração, diminuindo o stress, desenvolvendo a consciência e o equilíbrio corporal, melhora ainda a coordenação motora e a mobilidade articular e proporciona também relaxamento.



Segundo o presidente do Iapes, o fisioterapeuta doutor Daniel Xavier, o curso profissionalizante de Aprimoramento Profissional no Mhttp://www.fisioterapiamanaus.com.br/noticiaselec.php?p=55étodo de Pilates terá 200h/aulas de duração, dividido em três módulos de ensino teórico-prático (100h) e por estágio obrigatório (100h). A previsão é iniciar no dia 21 de março e finalizar em junho.


Já o módulo Avançado do Método de Pilates, destinado para profissionais de Fisioterapia; Educação Física e Terapeutas Ocupacionais e para alunos que já concluíram 50% do curso de iniciação ao Pilates terá carga horária de 50h/aulas, sendo 30h para o conteúdo teórico e 20h para estágio (opcional). O curso iniciará no dia 28 de fevereiro.

Ele destaca que o objetivo dos cursos é qualificar, capacitar e atualizar os alunos a atuarem com a Ciência do Movimento Humano com o máximo de embasamento científico, aprofundando abordagens dos exercícios do Método de Pilates e utilizando acessórios úteis como ferramenta para a recuperação funcional.

Os interessados devem procurar a sede do IAPES, na rua Berlim,12, 3º Andar, Conj. Campos Elíseos, Planalto.Mais informações entrar em contatos nos telefones (92) 3238 2563/ 8425- 6441 ou pelo site: http://fisioterapiamanaus.com.br

Matéria publicada no jornal Diário do Amazonas: Site http://www.d24am.com/esportes/fitness/especialista-no-metodo-pilates-ministra-cursos-em-manaus/105099.www.http://www.fisioterapiamanaus.com.br/noticiaselec.php?p=55

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

IAPES oferece vagas para o Curso Avançado do Método de Pilates


O Instituto Amazonense de Aprimoramento de Ensino em Saúde (IAPES) em parceria com o Instituto Core – Estética, Pilates e Fisioterapia, está com inscrições abertas para 15 vagas para o curso de Avançado do Método de Pilates. O início está previsto para o dia 28 de fevereiro e término dia 2 de março, com duração de 100 horas/aula.

O Pilates é um método de condicionamento físico e mental que foi criado pelo alemão Joseph Pilates (1880-1967). Os exercícios que aparentemente são suaves proporcionam o alongamento e a fortificação do corpo de forma integrada e individualizada, melhorando a respiração, diminuindo o estresse, desenvolvendo a consciência e o equilíbrio corporal, melhora ainda a coordenação motora e a mobilidade articular e proporciona também relaxamento.

O objetivo é capacitar os alunos a atuarem com a Ciência do Movimento Humano com o máximo de embasamento científico, aprofundando abordagens dos exercícios do Método de Pilates e utilizando acessórios úteis como ferramenta para a recuperação funcional.

O curso é destinado aos Fisioterapeutas, Profissionais de Educação Física e Terapeutas Ocupacionais. Uma das exigências para participar do curso é que os interessados já tenham cursado o Método de Pilates com carga horária mínima de 50 horas/aula sendo 30 horas teórico-prática e 20 horas de Estágio (opcional).

Os interessados devem procurar a sede do IAPES, na rua Berlim,12, 3º Andar, Conj. Campos Elíseos, Planalto. Mais informações entrar em contatos nos telefones (92) 3238 2563/ 8425 6441ou pelo site: http://www.fisioterapiamanaus.com.br.

Ministrante:
Bruno Stanislau M. Dos Santos – (GO)

Graduação em Fisioterapia
Graduando em Educação Física
Especialista em Traumato-Ortopedia
Especializando em Acupuntura e Medicina Tradicional Chinesa
Formação em RPG; Treinamento Funcional; Musculação Terapêutica (Método STS);
Formação em Kinesio Taping; Quiropraxia;
Ministrante Curso Pilates Motor Control (Manaus e Goiânia)2011 à 2012
Ministrante Curso Core Pilates e Pilates Avançado em Goiânia, Belém, Marabá e Manaus
Proprietário da Clinica Instituto Core com atuação em Pilates.

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Curso Prática em Fisioterapia Intensiva 2013/2014




Curso de aprimoramento profissional destinado a profissionais formados em fisioterapia e acadêmicos a partir do 6º Período do curso de Fisioterapia. Destacadamente um dos programas mais procurados e completos em fisioterapia intensiva, o curso tem por objetivo preparar os futuros profissionais com o dia a dia da terapia intensiva., proporcionando-lhes uma experiência única no atendimento a pacientes criticamente enfermos. Composto por uma carga horária de 50 horas/aula, totalmente vivenciada dentro do ambiente da UTI, o programa inicia com a avaliação e semiologia do paciente crítico, passando pela ventilação mecânica, condutas fisioterapêuticas, suporte básico e avançado em fisioterapia intensiva, além de condições emergenciais vivenciadas em pacientes oncológicoshttp://www.fisioterapiamanaus.com.br/cursos.php?id=15

sábado, 30 de novembro de 2013

Parceria entre Iapes - Instituto Amazonense de Aprimoramento e ensino em saúde com a GACC






A partir dessa campanha inicial e promovida pela FisiocursosManaus/ Iapes Manaus, onde, durante a visita do ilustríssimo Dr. Alexandre Lopes Ramos, profissional do mais alto gabarito profissional e humano, a quem temos a honra de termos em nosso quadro de docente da pós graduação em traumato ortopedia da Iapes, informamos que estaremos em parceria com o GACC - Grupo de apoio a criança com Câncer, reativando o setor de fisioterapia, sob a responsabilidade técnica do Dr. Daniel Xavier a fim de prestar em caráter voluntário o atendimento às crianças oncológicas vinculadas ao GACC.



Agradecemos a todos os funcionários de ambas Instituições que tornaram viável a reativação do serviço de fisioterapia oncopediátrica, oferecendo dessa maneira a oportunidade, a esperança e a dignidade aos pacientes portadores de câncer.

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Inovação e pesquisa em saúde.


Através dos grupos de pesquisa da Fcecon :Abordagens  Multimodais do câncer e com a linha de pesquisa desenvolvida pelo Dr. Daniel Salgado Xavier que contemplam as linhas de Fisioterapia intensiva oncológica e fisioterapia intensiva, temos a grata satisfação de sermos representados pelas pesquisadoras Edinângela Silva de Oliveira e Bárbara T. Sales que aborda a Humanização na Unidade de tratamento intensivo, um tema de extrema relevância e atual no trato dos familiares dos pacientes criticamente enfermos na UTI.

O presente tema será apresentado no 2° congresso pan amazonico de oncologia. que acontecera em Novembro de 2013.

quarta-feira, 13 de novembro de 2013


Parceria entre FCecon e Iapes beneficia pacientes com câncer de mama

Cerca de 40 mulheres foram beneficiadas e a ideia é que as sessões sejam realizadas a cada 15 dias, com fisioterapeutas em fase de especialização em Dermato-Funcional

De acordo com o doutor em Terapia Intensiva Daniel Xavier, as técnicas aplicadas têm por objetivo reduzir o acúmulo de líquido no braço em pacientes com câncer de mama
De acordo com o doutor em Terapia Intensiva Daniel Xavier, as técnicas aplicadas têm por objetivo reduzir o acúmulo de líquido no braço em pacientes com câncer de mama (Divulgação)
A Fundação Centro de Controle de Oncologia do Estado do Amazonas (FCecon), órgão vinculado à Secretaria de Estado da Saúde (Susam), realizou, nos dias realizou nessa quinta-feira (31) e sexta (1), uma atividade em parceria com o Instituto Amazonense de Aprimoramento de Ensino em Saúde (Iapes), voltada às pacientes de câncer de mama que passaram pela cirurgia de mastectomia (retirada parcial ou total da mama) em decorrência da doença. Cerca de 40 mulheres foram beneficiadas e a ideia é que as sessões sejam realizadas a cada 15 dias, com fisioterapeutas em fase de especialização em Dermato-Funcional.
A atividade foi desenvolvida no Ambulatório do hospital, considerado referência no tratamento do câncer em toda a Amazônia Ocidental, localizado no Dom Pedro, Zona Centro-Oeste de Manaus. As pacientes que participaram da ação foram previamente selecionadas. As próximas a participarem do projeto, conforme o coordenador de fisioterapia da Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) da FCecon, o doutor em Terapia Intensiva Daniel Xavier, serão selecionadas via e-mail (fisioterapiafcecon@gmail.com) ou podem entrar em contato pelo telefone 3238-2563 (Iapes).
De acordo com ele, as técnicas aplicadas têm por objetivo reduzir o acúmulo de líquido no braço ocasionado pela remoção de linfonodos (linfedema) durante a cirurgia de mastectomia em pacientes com câncer de mama, doença que deve atingir cerca de 340 mulheres este ano no Estado, segundo estimativa do Instituto Nacional do Câncer (Inca).

Daniel, que está à frente da ação junto à fisioterapeuta do Iapes, Adriana Sadala, explica que, ao retirar a mama, a maioria das pacientes acaba por ter o movimento do braço limitado por motivos variados, como a formação de cicatrizes, entre outros, e a fisioterapia, logo após a cirurgia, e de forma contínua, pode reduzir esses efeitos, possibilitando o retorno às atividades rotineiras sem maiores prejuízos.

Segundo ele, as mulheres beneficiadas terão um ‘plus’ com a ação, uma vez que já praticam fisioterapia na unidade hospitalar a partir de um cronograma específico definido pelo Serviço de Fisioterapia. Contudo, será a implementação de um novo serviço, já que a especialização em Dermato-Funcional abrange justamente técnicas específicas para a amplitude do movimento, acrescentou, lembrando que cada sessão de fisioterapia terá a duração de 40 minutos.

II Pan Amazônico de Oncologia

Daniel Xavier é um dos palestrantes convidados do II Congresso Pan Amazônico de Oncologia, e ressalta que temas como este estarão presentes no evento, que acontece entre os dias 27 e 30 de novembro, no Manaus Plaza Centro de Convenções, localizado na avenida Djalma Batista, Zona Centro-Sul de Manaus. As inscrições estão abertas e podem ser feitas no site.

O congresso terá outros três eventos simultâneos. São eles: o II Congresso de Enfermagem Oncológica da Região Amazônica, a IV Jornada de Radiologia, a I Jornada de Anestesiologia e a I Jornada Amazonense de Terapia da Dor e Cuidados Paliativos. O congresso oferece 1,2 mil vagas para congressistas. Além dos profissionais do Amazonas, convidados de outros estados brasileiros também irão participar conduzindo parte das 90 palestras programadas.
*Informações da assessoria de comunicação da FCecon





http://acritica.uol.com.br/manaus/Parceria-FCecon-Iapes-beneficia-pacientes_0_1021697836.html

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Fisioterapeuta medalhista de ouro de Vôlei ministrará cursos em Manaus

Fisioterapeuta medalhista de ouro de Vôlei ministrará cursos em Manaus Alexandre Ramos, medalhista de ouro das Olimpíadas em 2012, estará na cidade ministrando cursos voltado para alunos e profissionais da área
 
Alexandre Ramos estará em Manaus nos dias 29, 30 e 1º de dezembro  (Foto: Divulgação/IAPES)
O fisioterapeuta da Seleção Brasileira de Vôlei, Alexandre Ramos, medalhista de ouro das Olimpíadas de Londres em 2012, estará em Manaus nos próximos dias 29, 30 de novembro e 1º de dezembro ministrando cursos na área de Fisioterapia Esportiva para alunos e profissionais da área. De acordo com a organização do evento, Alexandre ministrará os cursos: 'Atualização em Reabilitação Esportiva das Lesões de Joelho e Tornozelos', que acontecerá no dia 30, das 18h às 22h e custa R$ 60. Nos dois dias seguintes, ele ministrará o curso Reabilitação Esportiva dos Membros Superiores, que custará R$ 200.

Os cursos, que estão sendo realizados pelo Instituto Amazonense de Aprimoramento de Ensino em Saúde (Iapes), são voltados para alunos e profissionais e acontecerão na sede da própria instituição localizado na Rua Berlim, Conjunto Campos Elíseos, Zona Oeste da cidade.

 Por GLOBOESPORTE.COM

 http://m.globoesporte.globo.com/am/noticia/2013/11/fisioterapeuta-medalhista-de-ouro-de-volei-ministrara-cursos-em-manaus.html

Alterações pulmonares causadas pela Insuficiência Renal

A insuficiência renal crônica (IRC) é uma condição patológica irreversível caracterizada pela perda da capacidade de manutenção da homeostase pelos rins. Os rins regulam funções vitais do organismo como equilíbrio hídrico, ácido-básico e eletrolítico, participando de funções hormonais e regulação da pressão arterial. O paciente com IRC necessita de terapia dialítica, como hemodiálise e diálise peritonial para sobrevivência, pois elas substituem parcialmente a função dos rins comprometidos, enquanto o paciente aguarda uma solução definitiva mediante transplante renal (CURY; BRUNETTO; AYDOS, 2010).
O rim e o pulmão trabalham intimamente relacionados, desta forma os indivíduos com insuficiência renal crônica podem ter seu sistema respiratório bastante afetado devido ao desequilíbrio ácido-básico, além de sobrecarga volêmica e perda da força muscular causada por hemodiálise anterior. Os indivíduos transplantados além de apresentarem essas alterações, devido à terapia de imunossupressão também estão mais sujeitos a infecções respiratórias e complicações durante a ventilação mecânica, assim, deve-se ter especial atenção à fase de desmame da VM e saber qual o melhor momento para proceder a extubação (SILVA, 2003).
Os músculos responsáveis pelo ato respiratório, como diafragma, intercostais, entre outros, são classificados como músculos esqueléticos e podem apresentar diminuição das propriedades de força e endurance muscular decorrente da miopatia urêmica. O déficit ventilatório decorrente desse comprometimento na musculatura respiratória, associado a outros comprometimentos teciduais pulmonares, compromete a função desse sistema, contribuindo para a diminuição da capacidade pulmonar (CURY; BRUNETTO; AYDOS, 2010).
A realização da hemodiálise em paciente com insuficiência renal altera de maneira significativa a sua função pulmonar (DUARTE; MEDEIROS; DI PIETRO; LOPES, 2011).
No entanto é observado nestes pacientes que além do comprometimento de fundo renal, também podem apresentar desconfortos respiratórios pouco explicados na literatura. Acredita-se que grande parte desta sintomatologia seja em decorrência de edemas agudos pulmonares em decorrência da uremia. No entanto, estas alterações fisiopatológicas são responsáveis por mudanças significativas de volumes e capacidades
pulmonares, assim como pressão inspiratória e pressão expiratória máximas, que reflete a força de musculatura respiratória do paciente dialítico. Mudanças nestas variáveis aumentam a gravidade do paciente, levando-os à insuficiência respiratória aguda (DUARTE; MEDEIROS; DI PIETRO; LOPES, 2011).
O paciente com IRC em diálise pode desenvolver disfunções em vários sistemas, como muscular, ósseo, cardiovascular, metabólico e respiratório (CURY; BRUNETTO; AYDOS, 2010).
Recentemente vários estudos tem tornado evidente que muitas das alterações pulmonares presente em pacientes portadores de IRC, tem base na influência direta de volumes pulmonares e força de musculatura respiratória. No entanto, ainda é pouco expressivo na literatura artigos que discutem e explicam de forma clara, até que ponto a própria IRC ou até mesmo o tratamento dialítico pode interferir na função respiratória destes pacientes (DUARTE; MEDEIROS; DI PIETRO; LOPES, 2011).
Os autores propõem como principais distúrbios associados a esses resultados: edema pulmonar crônico e, muitas vezes, subclínico, diminuição da albumina sérica com consequente desequilíbrio hídrico e protéico na microcirculação, fibrose intersticial e calcificações do parênquima pulmonar e árvore brônquica, infecções de repetição, alveolite e fibrose por corticoterapia nos pacientes em imunossupressão em uso desse medicamento (CURY; BRUNETTO; AYDOS, 2010).
Quando a função renal entra em falência podemos entender que o pulmão será diretamente afetado, isso ocorre não só devido às alterações no equilíbrio ácido-básico, mas também pelo fato do rim ter como função equilibrar a quantidade de liquido corporal, e um desequilíbrio nesse sentido afetará também o pulmão por sobrecarga volêmica (SILVA, 2003).
São encontradas outras complicações do tecido pulmonar nos pacientes com IRC, tais como: edema pulmonar, derrame pleural (principalmente no paciente terminal com IRC), fibrose e calcificação pulmonar e pleural, hipertensão pulmonar, diminuição do fluxo sanguíneo capilar pulmonar e hipoxemia (CURY; BRUNETTO; AYDOS, 2010).
Existem ainda déficits no fornecimento de O2 para os músculos em consequência da diminuição da microcirculação periférica, diminuição da síntese de ATP muscular por deficiências na utilização de carboidratos, indícios de resistência à insulina e alterações das enzimas glicoliticas e redução da oxidação dos ácidos graxos (CURY; BRUNETTO; AYDOS, 2010).
Uma queda no bicarbonato (HCO3) ocasionará uma hiperventilaçao com o objetivo de diminuir o gás carbônico (CO2) e trazer o pH de volta a situação de normalidade. Já o aumento do HCO3 levará o individuo à hipoventilaçao também como objetivo de manter o pH sanguíneo em equilíbrio (SILVA, 2003).
Foi possível observar queda de volume corrente e capacidade vital após a realização da hemodiálise, porém, somente a capacidade vital apresentou diminuição significante em relação à medida inicial. No entanto, mesmo não sendo observada significativa queda no volume corrente, a diminuição deste parâmetro corrobora com diversos estudos os quais apresentam diminuição ventilatória em função da hemodiálise (DUARTE; MEDEIROS; DI PIETRO; LOPES, 2011).
As modificações encontradas nos sistemas muscular, metabólico, circulatório e pulmonar podem estar envolvidas de forma direta na diminuição da função pulmonar e na capacidade funcional do paciente com IRC e aparentam não estar totalmente revertidas após o transplante renal. Não se sabe ao certo qual o fator que mais agride a capacidade funcional desses pacientes. Destaca-se, como hipóteses deste estudo, que as complicações musculares da IRC afetam de forma significativa a musculatura respiratória, prejudicando a função pulmonar e a capacidade funcional dos pacientes em hemodiálise e que as alterações pulmonares e de capacidade funcional estão presentes nos pacientes mesmo após o transplante renal (CURY; BRUNETTO; AYDOS, 2010).
A capacidade vital apresentou queda significativa do seu valor após a realização da hemodiálise. Ambas as medidas (PI Max e PE Max) apresentaram quedas estatisticamente significantes após a realização da hemodiálise (DUARTE; MEDEIROS; DI PIETRO; LOPES, 2011).
A diminuição da capacidade funcional é de causa multifatorial, incluindo problemas cardiovasculares, respiratórios e musculares, nos quais as capacidades de captar, transportar e utilizar o O2 podem estar prejudicadas (CURY; BRUNETTO; AYDOS, 2010).
No caso de complicações pulmonares e necessidade do uso da ventilação mecânica isso pode ser extremamente critico, pois, a ventilação com pressão positiva causa uma hipoperfusão renal o que diminui ainda mais a funcionalidade, que para esses pacientes é extremamente crítico levando em consideração que já possuem uma função renal naturalmente diminuída devido à fisiopatologia da própria doença (SILVA, 2003).
A hipótese de que a diminuição de volume corrente é consequência de hipoventilação devido ao efeito direto de acetato no centro respiratório, o que ainda não foi totalmente comprovado. O motivo mais provável para este resultado é a perda de CO2 que ocorre através do filtro da hemodiálise em quantidade suficiente para ocasionar decréscimo de CO2 arterial, com uma consequente diminuição do estímulo no sistema nervoso central para a manutenção da ventilação. Portanto, para certificação desta hipótese, haveria a necessidade de coleta de gasometria arterial imediatamente após a hemodiálise (DUARTE; MEDEIROS; DI PIETRO; LOPES, 2011).
A diminuição da força muscular tanto inspiratória quanto expiratória encontrada nos grupos Dialíticos e Transplantados demonstra que a IRC afeta de forma significativa os músculos respiratórios, tanto inspiratórios quanto expiratórios. Isso pode ser interpretado pela correlação positiva encontrada entre PImax e PEmax, mostrando que a força muscular respiratória está diminuída de forma global e que o paciente tem uma queda linear dos dois componentes (inspiratório e expiratório) e, mesmo após o transplante renal, o paciente não parece recuperar totalmente a força muscular respiratória, revelando que outros fatores além da uremia mantêm o déficit muscular nessa população (CURY; BRUNETTO; AYDOS, 2010).
Os indivíduos transplantados, devido a terapia de imunossupressão estão mais sujeitos à infecções respiratórias e complicações durante a ventilação mecânica, assim, deve-se ter especial atenção à fase de desmame e posterior extubação (SILVA, 2003).
Os índices preditivos de desmame da ventilação mecânica utilizados e consagrados na população geral podem ser utilizados também nos pacientes renais crônicos transplantados. Contudo devemos ter especial atenção com a pressão inspiratória máxima (PImáx), que mostrou-se diminuída (SILVA, 2003).
Referências:
CURY, Juliana; BRUNETTO, Antonio; AYDOS, Ricardo. Efeitos negativos da insuficiência renal crônica sobre a função pulmonar e a capacidade funcional. Artigo Cientifico (Rev Bras Fisioter, São Carlos, v. 14, n. 2, p. 91-8, mar./abr. 2010). Dourados, 2010. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/rbfis/v14n2/aop008_10.pdf. Acesso em: 30/10/2013.
DUARTE, Juliana; MEDEIROS, Renata; DI PIETRO,Telma; LOPES, Tiaki. Alterações de volumes e capacidades pulmonares pré e pós-hemodiálise em insuficiência renal crônica. Artigo Cientifico (JHealth Sci Inst. 2011;28(1):70-2). São Paulo, 2011. Disponível em: http://www.unip.br/comunicacao/publicacoes/ics/edicoes/2011/01_jan-mar/V29_n1_2011_p70-72.pdf. Acesso em: 30/10/2013.
SILVA, Luciana D. Índices preditivos de desmame da ventilação mecânica associados ao sucesso/falha na extubação de pacientes transplantados renais. Dissertação de Mestrado. São Paulo, 2003. Disponível em: http://ww

O site da Fisioterapia em Manaus

Vídeo da clínica de reabilitação funcional de manaus